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A idosa Maria de Lourdes Oliveira de 72 anos, sofrendo de labirintite, que é um distúrbio do ouvido que provoca tontura e mal-estar, foi até uma farmácia em S ...
Polícia 28 de junho 2017 03h:27
Foi comprar remédio e descobriu que estava morta

A idosa Maria de Lourdes Oliveira de 72 anos, sofrendo de labirintite, que é um distúrbio do ouvido que provoca tontura e mal-estar, foi até uma farmácia em Sorriso no último dia (20), comprar o medicamento que usa constantemente e para sua surpresa, a aposentada descobriu que “estava morta”.

A idosa, relata que quando ouviu ficou “até tonta”. O rapaz da farmácia se negou a me vender o medicamento porque consta no sistema da Receita Federal que morri em 2005. Isto é um absurdo”, disse a Maria de Lourdes.

A senhora conta que optou pela farmácia por oferecer desconto para aposentados como é seu caso. Com esse mal-entendido, ela teve que se procurar outro local para comprar a medicação que precisava. “Compro lá toda vez. Não sei porque só agora foi dar este problema”, reclama.

Erica Oliveira, que é filha de dona Maria de Lourdes, disse que o caso ocorreu dia 20 de junho, mas somente ontem (26), é que sua mãe contou o problema e a filha a orientou dizendo que ela tinha que registrar um Boletim de Ocorrências na Polícia. “Fomos até a delegacia para fazer o B.O até por segurança jurídica. Temos medo de que isso acabe prejudicando o recebimento do benefício dela”, relatou Erica.

A senhora que é aposentada por invalidez e trabalha com costura de roupas para garantir a renda todo mês. Maria de Lourdes está assustada e não sabe o que fazer para não ter maiores problemas com o erro. “Fui ao Fórum e na Defensoria pública para saber o que tenho que fazer para resolver o problema. Agora vou na Receita Federal provar que estou viva graças a Deus”, conta a aposentada.

Consta no boletim de ocorrência que a idosa fez uma procuração em nome de um advogado para que ele a representasse em uma ação de indenização. Mas que até agora não obteve resposta dessa ação. A filha nega que esta procuração tenha sido feita. “Nunca tivemos advogado”, atesta Erica Oliveira.

 

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